terça-feira

Apple lançará iPhone 5 nos próximos três meses

A Apple já solicitou a produção dos componentes essenciais para o desenvolvimento do próximo iPhone, que será lançado até setembro deste ano, afirma o periódico econômico Wall Street Journal nesta quarta-feira. De acordo com fornecedores da Apple, a nova versão do celular será mais fina e leve que o iPhone 4 e terá uma câmera de oito megapixels. O aparelho funcionará com chip Qualcomm.
 

Assim como outras marcas do setor de tecnologia, a Apple não fabrica muitos de seus produtos. Ela contrata especialistas em hardware - muitos deles sediados em Taiwan e com grandes operações na China -, para produzir seus componentes de forma terceirizada. A infraestrutura já montada dessas companhias e a mão de obra barata contribuem para a redução de custos durante o processo de fabricação dos celulares, tablets e computadores da empresa. 

 

"As estimativas de venda para o próximo iPhone são agressivas. A Apple pediu para que nos preparássemos para produzir cerca de 25 milhões de unidades até o final do ano", revelou uma fonte ao jornal americano. "A produção inicial será de alguns milhões e temos de enviar os componentes para a Hon Hai em agosto", completou. A Hon Hai, baseada em Taiwan, é a principal montadora da Apple em todo o mundo.

As especulações vão ao encontro de outras informações divulgadas em junho sobre o lançamento do iPhone 5. Katy Huberty, analista da Morgan Stanley, enviou uma nota aos clientes afirmando que a próxima versão do aparelho começaria a ser produzida em agosto. Já a Bloomberg informou em uma reportagem que o iPhone 5 terá novo design, câmera de oito megapixels, processador A5 - o mesmo do iPad 2 - e será lançado em setembro.
Publicidade

Você também irá gostar de:



Publicidade

Nova versão do TweetDeck para iPhone

O TweetDeck, popular aplicativo para acompanhar o Twitter e o Facebook, ganhará nova versão para o sistema operacional iOS, usado no iPhone, iPod Touch e iPad ainda em março. De acordo com a empresa, a nova versão foi totalmente reescrita e ganhou novo design, além de um novo recurso: colunas flexíveis.

Reprodução
Tela divulgada pelos desenvolvedores mostra novo TweetDeck para iPhone

O novo recurso permitirá, por exemplo, que os usuários criem colunas misturando as mensagens em que foi mencionado no Twitter com algumas de suas listas. Também será possível combinar as mensagens recebidas por meio do Facebook com as mensagens diretas recebidas por meio do Twitter. Os usuários poderão customizar suas colunas como quiserem, de acordo com a equipe do TweetDeck.

Os desenvolvedores ainda testam a nova versão do aplicativo e pretende disponibilizar a nova versão na App Store nas próximas semanas. De acordo com o site Mashable, é provável que a nova versão do aplicativo seja demonstrada durante a conferência SXSW sobre música, filmes e interatividade, que será realizada nos EUA entre 11 e 20 de março.

Siga-nos no Twitter, basta clicar em follow. 


Publicidade

Você também irá gostar de:



Publicidade

Google+, mais do que uma opção, uma obrigação.

Você está doido por um convite no Google+. Ou só por uma olhadinha na interface. Admita. O Google+ veio com a promessa de ser o concorrente à altura do Facebook, que até pouco tempo estava tranquilo, livre como líder no cenário das redes sociais, como no mapeamento do designer Vincenzo Cosenza. 

Essa nova ferramenta do Google veio para abocanhar e dificultar este sucesso, se colocando como o principal concorrente.
 E a estratégia? O Google confiou na sua imagem, influência,  liderança em alguns aspectos (como buscador, por exemplo) e preferência do público por muitos de seus serviços. 

Apostou forte no público fiel que certamente desejaria provar de mais um produto da série. Ainda que o Google  tenha o Orkut, até então sua presença na classificação “rede social”, que teve seu crescimento reduzido nos últimos anos, ele apostou em uma nova cara.

O Google+, ainda em versão beta, tem uma interface leve, “clean”, que acompanha a nova embalagem do próprio buscador, layout mais sóbrio, um menu de opções mais cinza, menos azul, entre outras mudanças. Ele tem uma ideia (bem) semelhante ao do “curtir” no Facebook, e um pouco do “retweet” do Twitter, que é o “+1”, ícone que agora também aparece nos resultados de buscas no Google. 

Há também uma classificação de contatos que mescla o sistema Facebook e Twitter.  Este agrupamento, ou “circulos” como é chamado, é separado em “amigos”, “família”, “conhecidos”, “seguindo”, entre outras divisões que podem ser customizadas pelo dono do perfil. O Gtalk e as notícias-destaques separadas por interesses, já bastante conhecidas no Google, também estão presentes no Google+. 

As notícias, ou “sparks”, são uma tentativa de incorporar o Google News na nova ferramenta. Há também uma ideia semelhante a dos “follows/ followers”, do Twitter. No caso é possível ver quem está nos seus círculos e quem o tem nos seus círculos, o que é mais interessante que o simples acúmulo de amigos que o Facebook proporciona. 

De resto, é bastante similar ao sistema Facebook de comentários, sugestões de amigos, fotos, vídeos e outras funcionalidades. E, importante, tudo isso também disponível para o celular, com um app, O que hoje é quase uma obrigatoriedade.


É óbvio que fica mais fácil propor algo quando se já tem em vista um modelo de sucesso a ser superado. E o susto deve ter sido grande quando a equipe do Google soube que o perfil de  Mark Zuckerberg é o mais seguido no Google+. É a imponência de um rival não tão fácil de se vencer. Para tanto, o Google reuniu seus melhores serviços, e cada vez mais interligados, facilitando a vida (e conquistando) do usuário. 

É visível que a proposta cada vez mais é um PERFIL GOOGLE, que disponibiliza diversos serviços com um mesmo login: como o e-mail, o GoogleMaps, a Agenda, o Google Docs, o Orkut, e agora o Google+. E, de novo, não é que o Orkut esteja sendo abandonado até cair no mais profundo e dramático esquecimento.. 

O Google+ tem outra proposta. O público do Orkut, que é bastante fiel, está livre para aderir ou não à nova ferramenta. Eles podem ter propósitos semelhantes, mas são bem distintos.

E com pouco tempo de lançamento do Google+, a empresa já anunciou o lançamento de uma proposta para as empresas. A ideia é criar uma nova rede, um espaço que ainda não existe, específico para que as empresas se relacionem com seus consumidores. Esta proposta está em desenvolvimento e é previsto ainda para 2011. Christian Oestlien, gerente de produto do Google+, comentou em seu perfil na rede social
“Temos observado o Google+ tomar forma nas últimas semanas e já vimos grandes companhias se envolverem. Mas francamente nós sabemos que o nosso produto não está perfeitamente adaptado às suas necessidades [Comentário do dia 06.07.2011] . 
Mal posso esperar para ver milhares de empresas utilizando o hangouts para se conectar com seus clientes numa base diária. Obrigado novamente pela paciência de todos aqui. Esperamos que você fique animado com o resultado final [Comentário do dia 07.07.2011]”.

O Google+ é bem interessante, principalmente para quem respira Google. E engana-se quem diz que o Google+ quer ser o Facebook. Ele quer ser melhor. Ele está posicionado como concorrente forte, que vai utilizar de todos os seus bons produtos para atrair o usuário cada vez mais para o lado Google da força. Vale a pena conferir, e desfrutar desta briga de gigantes.
Se deu mais vontade de dar uma conferida no Google+? Então, manda um e-mail que eu respondo com o convite.
Publicidade

Você também irá gostar de:



Publicidade

Deputados criam nova proposta para punir crimes online no Brasil

O próprio ministro da Justiça admitiu que pela falta de uma lei específica no Brasil fica muito difícil punir crimes praticados na internet, como os recentes ataques aos sites do governo. 

Mas, com o intuito de reverter essa situação, um grupo de deputados colocou em consulta pública, na última segunda-feira (4/7), uma nova proposta para punição e crimes online.

Vale destacar que, há 12 anos, já existe um projeto de lei (o PL 84/99) sobre o mesmo assunto, elaborado pelo senador Eduardo Azeredo, que tem recebido uma série de críticas pelo fato de alguns considerarem que ele pode ameaçar o direito à privacidade dos cidadãos. 

Assim, o novo documento apresentado nesta semana tem como principal bandeira a garantia de sigilo das informações dos internautas. A proposta alternativa foi elaborada por seis deputados: Paulo Teixeira (PT-SP), Luiza Erundina (PSB-SP), Manuela D'ávila (PCdoB-RS), João Arruda (PMDB-PR), Brizola Neto (PDT-RJ) e Emiliano José (PT-BA). 

E ela deve permanecer em consulta pública no e-Democracia, para receber sugestões da população em geral, até que o anteprojeto de lei que trata do marco civil da internet seja enviado pelo governo ao Congresso. O marco civil trata dos direitos e responsabilidades dos usuários e provedores. 

A previsão do Ministério da Justiça, que promoveu consulta pública sobre a matéria, é de que o projeto seja enviado até o final desta semana à Câmara. Os deputados que prepararam a nova proposta explicam que os crimes só poderão ser definidos após a aprovação do marco civil, que prevê os direitos e responsabilidades dos internautas. “É impossível pensar em punição sem antes pensar em direitos”, disse a deputada Manuela D’ávila, segundo notícia veiculada pela Agência Câmara. 

A nova proposta tipifica crimes cometidos na internet que não estão previstos na legislação brasileira, como roubar senhas e destruir dados. Mas ele não exige que os provedores guardem informações de conexão do usuário, o que representa a principal diferença entre o projeto de lei apresentado anteriormente, por Eduardo Azeredo, o qual determinava o armazenamento desses dados por um prazo de três anos. 

Os deputados autores da nova proposta são os mesmos que, na semana passada, conseguiram adiar a votação do PL 84/99 na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática. Emiliano José aprovou a realização de nova audiência pública para discutir o assunto, em 13 de julho, com a presença de professores e ativistas da internet livre, além de representantes do Comitê Gestor da Internet (CGI.br), do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e de empresas de tecnologia.  

Crimes previstos na proposta alternativa, que está em consulta pública desde 4/7: 

- Invasão da rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado sem autorização do seu titular, com o fim de obter vantagem ilícita;

- Utilização, alteração ou destruição de informações obtidas ou causar dano ao sistema informatizado;

- Inserção ou difusão de código malicioso, intencionalmente, em dispositivo de comunicação, rede de computadores ou sistema informatizado, sem a autorização de seu legítimo titular.

Fonte: OLHAR DIGITAL.

Publicidade

Você também irá gostar de:



Publicidade

Facebook vai recompensar pessoas que apontarem falhas de segurança no site

O Facebook vai passar a recompensar pesquisadores que encontrarem falhas de segurança na rede social, segundo informações do site Softpedia. 

Joe Sullivan, chefe de segurança do Facebook, disse, durante um evento de segurança em Amsterdã, na Holanda, que a empresa já está testando o novo programa de recompensas e deve lançá-lo em breve. 

O Facebook tem uma ótima relação com pesquisadores de segurança e muitos deles já têm apontado falhas no site, mas nunca foram recompensados em dinheiro. O valor que o Facebook pagará pelas falhas encontradas, no entanto, ainda não foi revelado. Programas de recompensa não são novidades e têm rondado a internet desde a época do Netscape. 

Em 2004, por exemplo, a Mozilla introduziu um sistema que recompensava desenvolvedores e usuários que apontassem falhas de segurança no seu navegador Firefox. Atualmente, a empresa paga até US$ 3 mil por falha encontrada. Outra empresa que compartilha dessa tática é o Google, que paga altas quantias para pessoas que apontam vulnerabilidades no Google Chrome. 

Os erros encontrados podem ser reportados na comunidade Chromium e, se forem comprovados, geram um cheque de US$ 3.100.

Fonte: Olhar Digital.

Publicidade

Você também irá gostar de:



Publicidade

Firefox 5 já está disponível para os usuários

Três meses após o lançamento da versão 4, a Mozilla disponibilizou para download o Firefox 5, tanto para computadores pessoais quanto para smartphones Android. 

Mesmo com lançamento anunciado para hoje (21/06), o arquivo surgiu no FTP da empresa no final da semana. 

A organização, que vem perdendo usuários para o Chrome, do Google, decidiu copiar a estratégia da concorrente: a partir de agora, deve lançar suas versões em intervalos curtos de tempo. A promessa é que uma nova versão será lançada a cada 3 meses. 

"O mundo da internet é cada vez mais rápido. Por isso, percebemos que nossas inovações também precisam ser mostradas ao mundo o mais rápido possível", disse o CEO da Mozilla, Gary Kovacs, na entrevista coletiva online de lançamento do produto. Com relação à versão 4, não foram implementadas grandes mudanças no visual, mas o acesso ao bloqueio de propagandas e spams está mais fácil. 

Para desenvolvedores, o suporte a animações por CSS deve possibilitar a criação de sites mais dinâmicos. 

E na versão para Android, muitas funcionalidades que só existiam na versão online foram incorporadas. Para baixar a versão 5.0 do Mozilla Firefox, acesse http://www.mozilla.com/pt-BR/firefox/.


Fonte: OLHAR DIGITAL.

Publicidade

Você também irá gostar de:



Publicidade

Kingston lança Pendrive com armazenamento em nuvem

A Kingston, famosa fabricante de memórias e pendrives, acaba de lançar o DataTraveler 108

O pendrive possui um software pré-instalado chamado urDrive, que dá ao usuário a possibilidade de personalizar o modo de visualizar seus arquivos. 

Outras funções legais do pendrive são o visualizador de imagens e um MP3 player, ambos integrados à memória flash. 

O usuário também leva de graça uma conta para backup em nuvem de 2GB. O DataTraveler 108 da Kingston está disponível nos seguintes modelos: 4GB por R$25; 8GB por R$40 e 16GB por R$80.

Fonte: OLHAR DIGITAL.

Publicidade

Você também irá gostar de:



Publicidade

Número de celulares no Brasil chega a 217,3 milhões

Até o final do primeiro semestre, segundo dados preliminares da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informados pela consultoria Teleco, o país contava com 217,3 milhões de telefones móveis, um crescimento de 1,1% em relação ao mês de maio, quando estavam em funcionamento no país 215 milhões. 

Paralelo ao aumento de celulares no país, a Tim foi a operadora com maior sucesso em junho e conseguiu 72,3 mil novos clientes de planos de dados para celulares, superando a Vivo, sua principal concorrente em novos clientes. 

Foto: O GLOBOA densidade em junho era de 111 celulares por 100 habitantes. No mês, houve um crescimento da base de clientes de 2,4 milhões, enquanto no mesmo mês de 2010 haviam sido adicionados à rede 1,4 milhões de consumidores. 

Entre janeiro de junho deste ano, eram mais 14,4 milhões de telefones móveis, um aumento de 7,1%. Nos últimos 12 meses, foram mais 32,2 milhões, um crescimento de 17,4%.


Internet 3G para smartphones acirra disputa entre operadoras
A Tim foi a operadora com maior sucesso em junho e conseguiu 72,3 mil novos clientes de dados de celulares, superior a Vivo, sua principal concorrente, que aumentou em 71,5 mil os usuários de internet. Os números preliminares foram divulgados pela consultoria Telecom.

Em abril, as adições líquidas da Tim foram 66 mil e em junho de 72 mil. A principal razão do sucesso da empresa, segundo a Teleco, é a promoção da TIM de internet 3G a R$ 0,50 por dia.

A Vivo continua na liderança com 42,5% do mercado, seguida pela TIM com 28,5%. No 1º semestre de 2011 a Vivo obteve adições líquidas de 516 mil terminais de dados, a TIM 152 mil e a Claro 54 mil.


Leia mais em: O Globo

Publicidade

Você também irá gostar de:



Publicidade

sexta-feira

Google prejudica a memória das pessoas mas melhora sua capacidade de encontrar informações, diz estudo.



Estudo publicado no site da revista "Science" prova pelo método científico o que todos já tinham como um truísmo: o Google faz a gente esquecer das coisas. Mas o que surpreendeu os cientistas foi descobrir que a perda da memória tradicional não deixa um vazio, pois as pessoas a estão substituindo pela habilidade de encontrar a informação na internet de forma cada vez mais precisa. Ou seja: o chamado "Efeito Google" está aproximando a mente humana dos algoritmos de computador.

- O uso da internet não implica que estejamos nos tornando menos inteligentes - disse Betsy Sparrow, professora da Universidade Columbia e uma das autoras do artigo, afirmando que estamos, na verdade, nos tornando mais sofisticados na tarefa de encontrar a melhor informação.

Com o título de "Os efeitos do Google na memória: as consequências cognitivas de ter a informação na ponta dos dedos", o estudo tem como base quatro experimentos realizados por três pesquisadores. Num deles, foi pedido a 60 alunos da Universidade Harvard que digitassem 40 sentenças com informações triviais e escolhessem quais deveriam ser salvas. O estudo concluiu que havia relação entre a falta de memória de certos estudantes e sua inclinação em salvar um número maior de frases.

Experiência de pesquisadora com filme de Ingrid Bergman inspirou estudo
Quando sabem que a informação pode ser facilmente acessada, as pessoas esquecem dela com mais facilidade, argumenta o trabalho:
"Estamos em simbiose com os nossos computadores, crescendo em meio a sistemas conectados entre si. Estamos nos tornando dependentes deles no mesmo grau em que dependemos de todo o conhecimento que adquirimos com nossos amigos e colegas de trabalho - e nós perdemos esse conhecimento se não temos acesso a eles", diz o estudo.

Segundo Betsy Sparrow, o trabalho transporta para a Era da internet a teoria da "memória transacional". elaborada há 25 anos por Daniel M. Wegner, psicólogo de Harvard e co-autor da pesquisa publicada hoje.

A tese de Wegner diz que grupos de pessoas dividem entre si, de forma orgânica, a tarefa de lembrar das coisas, de modo a não sobrecarregar a memória de todos.

A ideia para a pesquisa surgiu de uma experiência da professora Sparrow. Quando assistia à Ingrid Bergman em "À meia luz", de 1944, e quis saber o nome de uma das atrizes do elenco, recorreu imediatamente ao Google. Depois pensou: e antes da internet, como faziam para saber o nome de uma coadjuvante de um filme antigo? Raciocinou que sabiam quais eram as pessoas certas a quem perguntar (um amigo cinéfilo, por exemplo). Hoje, as pessoas também sabem a quem e de que forma perguntar: só que na internet.

Leia mais sobre esse assunto em O Globo



Publicidade


Você também irá gostar de:








Publicidade

Microsoft Office na web

O Microsoft Office Web Apps permite ver, editar e compartilhar documentos do Office por meio da Internet, gratuitamente

O Office Web Apps é uma nova ferramenta da Microsoft que possibilita acessar documentos com agilidade de qualquer lugar por meio da Internet. Seja no escritório, em casa ou na rua, caso precise exibir, editar ou compartilhar arquivos do Word, Excel, PowerPoint ou OneNote, basta acessar a novidade.



Totalmente integrado com o Hotmail, o Office Web Apps permite que o usuário, além de visualizar e editar documentos diretamente na sua caixa de entrada, compartilhe e edite os arquivos simultaneamente com outras pessoas, por meio do Windows Live SkyDrive. Ou seja, o que antes só era acessível para usuários do Office 2010 e do SharePoint 2010 Foundation, pode ser feito gratuitamente por meio do Windows Live ID.

Com o Office Web Apps é possível criar pastas e novos documentos em Word, Excel, PowerPoint ou OneNote. Além disso, a solução possui a interface do Office e inclui grande parte das mesmas ferramentas usadas nos programas originais.

Clique aqui para conhecer e usar a ferramenta disponível no Windows Live ID.

Para acessar o Office Web Apps, basta criar ou acessar sua conta do Hotmail pelo site.



Publicidade


Você também irá gostar de:








Publicidade

Profissão Webdesigner - O que é ser um Webdesigner ?



Comente este Vídeo



Publicidade
Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.
Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More